Consertar ou trocar?

Um orçamento de conserto sempre chega sem contexto. Esta ferramenta calcula quanto custaria cada ano a mais dos dois lados — consertando ou trocando — e diz para onde a conta aponta.

anos

Use a moeda que quiser — o veredito é uma razão, então a unidade se cancela.

O que você realmente compraria, não o topo de linha que não compraria.

anos
Consertar

O conserto compra esses anos muito mais barato do que um aparelho novo.

Se consertar
45 / ano
Se trocar
300 / ano
Anos que o conserto compra
2 anos Um conserto devolve o aparelho ao uso; não zera a idade dele. Isto é o que sobra de uma vida útil típica, limitado pelo tempo que você disse querer usá-lo.
Anos que um novo compra
2 anos Um novo começa a vida do zero, então cobre todo o período que você pediu.
O que a conta não vê
Até quando o fabricante ainda envia atualizações de segurança. Um celular que parou de receber é uma decisão diferente de um que só está com a bateria cansada.
Leia o que escrevemos sobre esse tipo de aparelho →

Isto é aritmética, não uma recomendação sobre o seu aparelho específico. Ela compara o custo de cada ano que você compraria, usando uma vida útil típica da categoria e não uma medição do seu aparelho — um bem cuidado dura mais, um maltratado dura menos. Ela não sabe se o mesmo defeito vai voltar, até quando o fabricante ainda dá suporte, nem quanto o aparelho vale para você. Use para ver o formato da decisão e depois leia uma análise do modelo exato. Nada do que você digita sai do seu navegador.

Como a conta é feita

Os dois lados da comparação são a mesma divisão: dinheiro dividido pelos anos que ele compra.

  • Consertando. O orçamento dividido pelos anos que o conserto realmente compra. Um conserto devolve o aparelho ao uso, mas não zera a idade dele: os anos disponíveis são o que sobra de uma vida útil típica daquele tipo de aparelho — limitado pelo tempo que você disse querer usá-lo e com piso de um ano, porque um conserto que compra menos de um ano raramente vale a viagem até a assistência.
  • Trocando. O preço do substituto que você realmente compraria, dividido pelos anos que você pediu — um aparelho novo começa do zero e cobre todo o período.

Se o custo por ano do conserto ficar em 70% ou menos do custo por ano da troca, o veredito é consertar. Se empatar ou passar, é trocar. No meio, o dinheiro não está decidindo, e a ferramenta diz isso em vez de fingir uma certeza que não tem.

Uma regra passa por cima da razão: um conserto que custa metade de um aparelho novo, em algo que já passou de 60% da vida útil típica, sai como trocar. É o mau negócio clássico — pagar metade de um novo para continuar com a maior parte de um velho.

As vidas úteis usadas

São os valores que a ferramenta usa como “vida útil típica”, em anos. É o ponto em que a maioria das pessoas já trocou, não uma data de defeito — um aparelho bem cuidado passa disso, um maltratado não chega.

  • Celular — 5
  • Notebook — 6
  • Tablet — 6
  • Computador de mesa — 8
  • Console de videogame — 8
  • TV — 9
  • Fones sem fio — 4
  • Smartwatch — 4

Se você acha que algum desses números não vale para o seu uso, diga isso pelo campo da idade: informar o aparelho como mais velho do que é tem exatamente o efeito de encurtar a vida útil assumida.

O que ela não enxerga

A aritmética não sabe nada sobre o seu aparelho. Não sabe se o mesmo defeito vai voltar, até quando o fabricante ainda manda atualizações de segurança, se a peça que quebrou é justamente a que sempre quebra naquele modelo, nem quanto o aparelho vale para você além do dinheiro. Cada tipo de aparelho traz uma nota curta sobre o fator que mais costuma passar por cima da conta — leia antes de decidir.

A moeda não importa. O veredito é uma razão entre dois números que você mesmo informa: se os dois estiverem na mesma moeda, a unidade se cancela. E nada do que você digita sai do seu navegador — o cálculo inteiro roda ali.